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Folha solta balão sobre proposta de Dilma para evangélicos

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Cíntia Alves Jornal GGN -  A Folha de S. Paulo manchetou nesta terça-feira (2/9) que o governo da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, "reagiu à movimentação de Marina Silva (PSB) e apoiará uma lei pró-igrejas”. O projeto mencionado é a Lei Geral das Religiões, proposta que, desde 2009, tramita no Congresso sem consenso, em função dos privilégios que concede a determinadas instituições. 

Banco do Brasil reduz taxas de juros para financiamento de veículos

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O  Banco do Brasil   informou, na segunda-feira (1º), que passou a oferecer taxas promocionais a partir de 0,97% ao mês para financiar veículos novos e 1,18% ao mês para veículos usados, com prazo de até 60 meses. A linha de crédito está disponível aos correntistas do BB, seguido o processo normal de aprovação bancário, com as seguintes vantagens: financiamento de até 100% do valor do veículo, até 180 dias de carência, possibilidade de escolher até 2 meses por ano sem cobrança da prestação mensal e não há cobrança de tarifas na operação. O banco lembra que as taxas de juros também variam conforme nível de relacionamento do cliente com a instituição financeira e características da operação – percentual de entrada, prazo e ano de fabricação do veículo. As condições do financiamento com taxa de 0,97% ao mês são: taxa de juros anual 12,28%;  Custo Efetivo Total (CET)  anual de 14,84%. Com taxa de 1,18% ao mês: taxa de juros anual 15,12%, CET anual de 17,75%. Redução de juros

O que explica a obsessão de Malafaia e da direita religiosa com os homossexuais?

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por :   Kiko Nogueira Ele Silas Malafaia declarou seu voto em Marina num eventual segundo turno. Há dias, ele “denunciou” nas redes sociais a abordagem da questão LGBT no programa da candidata do PSB. Causou rebuliço. Em menos de 24 horas, Marina mudou o texto, alegando “erro da coordenação”, para júbilo do pastor e de suas ovelhas. “Claro que apoio Marina. Depois que o ativismo gay retirou apoio a ela, vou de cabeça”, disse à Folha.

DILMA DÁ UMA BANANA PRA WAACK E URUBÓLOGA !

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Dilma prefere ir às ruas, com o povo ! Dilma Rousseff avisou que não vai ao “debate” anunciado no Mau Dia Brasil (onde brilha a estrela fulgurante da Urubologa) e ao jornal a globo, uma espécie de “cadafalso da madrugada”, onde a figura central é o patibular William Traaack, uma revisão de Peter Lorre. Por quê ? Até onde apurou o ansioso blogueiro é porque não compensa. A audiência dos dois programas não recomenda. Especialmente  depois da Copa,  quando os telejornais (sic) do Gilberto Freire com “ï” (*) desabam com o Arrocho – não justifica. Pra quê ?

Começa a surgir o “voto contra as trevas”

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Autor: Fernando Brito Ao contrário do que se passou em 2010, ao menos aqui no Rio de Janeiro, surge uma reação eleitoral interessante. Gente que estava resistente a votar em Dilma Rousseff, por decepção ou críticas (algumas muito justificadas) ao PT, está migrando para um “voto útil”. Contra o que está vendo surgir por detrás da candidatura Marina Silva, mais do que a ela, pessoalmente. O neoliberalismo selvagem e a teocracia medieval. Gente que não quer o Itaú no Banco Central nem Silas Malafaia como chefe da Inquisição.

Dilma apoia "plebiscito" por constituinte e reforma política

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A presidenta e candidata do PT disse que vai votar na consulta informal e receber propostas dos movimentos sociais sobre mudanças no sistema político-partidário por Redação da Carta Capital Lula e Dilma durante ato de campanha em São Bernardo do Campo (SP), nesta terça-feira 2 A presidenta Dilma Rousseff (PT) anunciou nesta terça-feira 2 seu apoio  ao " plebiscito popular " que será realizado até o dia 7 com o intuito de verificar se a população deseja ou não a convocação de uma assembleia constituinte exclusiva para realizar a reforma política. A intenção da mobilização é demonstrar o desejo popular por mudanças no sistema político e pressionar o poder público a convocar um plebiscito oficial sobre a reforma política.

Concurso para nome do jatinho fantasma

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Por  Miguel do Rosário , postado em setembro 2nd, 2014 | 127 comentários Nisso terminou a “nova política”. Com um jatinho fantasma enrolado em documentos falsificados, empresas laranja, contrabando de pneu usado e toneladas de mentira. Eu não queria que Marina terminasse assim. Nem Campos, que Deus o tenha. Queria derrotar Marina Silva na política, como acho que ela será derrotada, sobretudo após deixar claro que está ao lado do Pastor Malafaia e defende a autonomia do Banco Central. Autonomia do Banco Central é entregar o comando do país a George Soros, à especulação internacional, à mídia. O presidente é eleito pelo povo. É dele a prerrogativa de comandar a política macroeconômica do país.

Produção de petróleo, “esta bobagem”, aumenta 15% em um ano

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Autor: Fernando Brito É preciso que todos entendam o que quer dizer “colocar o pré-sal em segundo plano” sugerido por Marina Silva. Foram e são os investimentos maciços da Petrobras que estão permitindo a nosso país  fazer o que hoje se noticia . A produção nacional de petróleo aumentou nada menos que 14,8% maior que há um ano atrás. Foram 2,267 mil barris de óleo, batendo de novo o recorde histórico, que havia sido quebrado no mês passado.

Foguete brasileiro com etanol é lançado com sucesso em Alcântara

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RMORAES TER, 02/09/2014 - 20:11 Da  Agência Brasil O primeiro foguete brasileiro com propulsor a etanol foi lançado em AlcântaraAeronáutica/Divulgação O lançamento do primeiro foguete brasileiro com motor a propelente líquido foi feito na noite de ontem (1º) no Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Todos os requisitos técnicos de sucesso da missão foram atingidos, segundo o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, coordenador da operação.

Que “nova política” é essa que une Marina e Malafaia?!

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Posted by  eduguim -blog da Cidadania Marina Silva vem alardeando que sua candidatura simboliza algo que chama de “nova política”.  A despeito de tal proposição, o fato é que não pode haver uma política nova. Pode haver, sim, uma política melhor, que não seja feita à base de acordos espúrios com gente que não presta, mas não há o que inovar na política. Os mecanismos da política derivam dos ditames da democracia. Político busca maioria entre os votantes, busca maioria nas casas legislativas e, para obter tais maiorias, faz acordos com outros políticos. E é só. Não há como fugir desse modelo, ao menos na democracia.

Comunidade internacional condena decisão de Israel em ocupar terras na Cisjordânia

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Patrícia Dichtchekenian/Opera Mundi Correspondente a 400 campos de futebol, a área representa a maior apropriação israelense de terras da Cisjordânia em 30 anos; EUA, Egito, França e Reino Unido também criticaram decisão após cessar-fogo 02/09/2014 Patrícia Dichtchekenian, Do Opera Mundi A comunidade internacional condenou a decisão anunciada no domingo (31/08) pelo governo israelense de ocupar 400 hectares pertencentes a cinco aldeias palestinas nos arredores de Belém, na Cisjordânia. Correspondente a aproximadamente 400 campos de futebol, a área representa a maior apropriação israelense de terras da Cisjordânia em 30 anos.

Dilma acua Marina na TV

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Postado por  Miro

Marina inclui conselho fiscal que lembra um 'volta, FMI'

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Ao propor a criação de órgão externo ao governo com o pretexto de controlar contas públicas, candidata cria condições privilegiadas para agentes financeiros especularem sobre o orçamento do país por  Helena Sthephanowitz Programa de Marina Silva deixa claro os interesses do mercado financeiro que ela defende O Conselho de Responsabilidade Fiscal (CRF), externo ao governo, que a candidata Marina Silva (PSB) anuncia em seu programa de governo, é muito semelhante àquelas delegações do Fundo Monetário Internacional (FMI) que vinham ao Brasil intervir em como e onde o governo podia ou não investir o dinheiro que arrecada. Aos que não lembram ou não viveram aquele período, o remédio prescrito pelo FMI era amargo para o povo brasileiro: desemprego, arrocho em salários e aposentadorias, cortes em verbas da educação, saúde e outros gastos sociais, venda do patrimônio público "na bacia das almas", privatização com tarifaços.

Programa de TV de Dilma inicia o desmonte da farsa Marina

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Mostrando o preparo e a segurança da candidata à reeleição Dilma Rousseff no debate ocorrido na segunda-feira (1º), o programa de TV desta terça-feira (2) deu início ao desmonte da farsa eleitoral chamada Marina Silva reafirmando quem de fato tem preparo, realizações e sabe governar. Reprodução "Ser contra o pré-sal é ser contra o futuro do Brasil”, enfatizou o programa de Dilma A primeira farsa desmontada foi a promessa de investimentos de Marina para a saúde, educação e outras áreas, que somadas chegam a R$ 140 bilhões. “Quem governa tem que responder como vai fazer, não basta se comprometer”, desmascarou Dilma, apontando que o montante citado no plano de governo de Marina é quase tudo que se gasta hoje com saúde e educação, sendo que “triplicamos o orçamento da educação e duplicamos o da saúde, apesar de não ter mais a CPMF”. Marina não conseguiu responder. No debate, Dilma questionou Marina (que dedicou apenas uma linha das 242 páginas do seu plano de governo ao pré-sa

Quando jovens se tornam reacionários

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por Jair de Souza No Viomundo A gente sente que há uma forte tendência de os jovens embarcarem na campanha de Marina, ou melhor, os jovens de classes média e alta. Faço esta observação porque existe o costume de considerar que a “juventude” é isso. Os jovens trabalhadores, ou filhos de trabalhadores, raramente são tomados em conta quando se fala em “juventude”. Outro costume também existente é o de considerar que essa “juventude” representa sempre uma força progressista que aponta no rumo de avanços em busca da conquista de justiça social e de maior equiparação dos direitos. Acontece que isto não encontra amparo em evidências históricas. Contar com a “juventude” é realmente muito importante para qualquer movimento social, visto que eles (os jovens) se dedicam com muito entusiasmo e vigor às tarefas que os movimentos em que se engajam lhes atribuem. No entanto, há movimentos progressistas e há movimentos reacionários.