quarta-feira, 20 de junho de 2018

Uma imprensa tão idiota que não percebe o que é notícia popular. Por Fernando Brito

criancaseua
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POR  · 20/06/2018

Nenhum dos grandes jornais, até agora, percebeu o potencial de mobilização com o fato de que ao menos oito crianças brasileiras, com idades entre seis e 17 anos, estão presas nos Estados Unido,  em abrigos semelhantes a campos de concentração, porque seus pais foram pegos em situação de imigração ilegal no país norte-americano.
Samuel Wainer, Paulo Bittencourt, Assis Chateaubriand ou Julio de Mesquita, há 50 anos, teriam agarrado como bandeiras de seus Última HoraCorreio da Manhã, Associados ou Estadão e estariam mandando correspondentes para achar, fotografar e entrevistar os meninos e meninas enjaulados pela política migratória de Donald Trump.
A diplomacia brasileira, desafiada pela mídia, estaria exigindo a imediata repatriação das crianças e de seus pais e eles seriam recebidos aqui por um mar de câmeras e microfones. Choveriam ofertas de emprego para os emigrantes frustrados de grandes empresas, interessadas no marketing espontâneo e as lágrimas dos pais inundariam as televisões.
Mal e mal, porém, temos chamadas pequenas, anódinas, salvando-se esta, ao menos em pé de página, de O Dia.

Brasil tem 171 mil milionários

Fortuna dos milionários cresce 4,2% e supera US$ 4,5 trilhões; PIB é de US$ 2,05 trilhões


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O contraste da realidade brasileira
Jornal do Brasil - 20/06/2018

O crescimento de 1% da economia brasileira em 2017 não foi lá essas coisas. Perdeu para vários países e não foi suficiente para reduzir o desemprego, que voltou a crescer em 2018, após a recessão de 2015 (-3,55%) e 2016 (-3,60%). Mas, com crescimento de 4,2% em 2017, os milionários brasileiros voltaram a respirar ares de riqueza. De acordo com o relatório global de 2018 publicado ontem pela consultoria Capgemini, o Brasil ganhou 7 mil milionários em 2017, quando registrou 171.480 ricaços. 

Absolvição de Gleisi escancara estratégia do consórcio mídia-Lava Jato

Portal Vermelho - 20/06/2018
Por 5 votos a zero, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) absolveu nesta terça-feira (19) a presidenta nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), e rejeitou a acusação dos procuradores da Operação Lava Jato.


Por Dayane Santos

Reprodução
  
Por unanimidade, os ministros rejeitaram as acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, apontando a falta de provas e conflitos de versões do Ministério Público, que apresentou apenas os delatores como “convicção” de materialidade da acusação. Além de Gleisi, o ex-ministro Paulo Bernardo e o empresário Ernesto Kugler, arrolados pelo MP, também foram absolvidos.

Na ação, protocolada no Supremo em 24 de fevereiro de 2017, Gleisi era acusada de ter recebido R$ 1 milhão durante sua campanha ao Senado, em 2010. De acordo com o Ministério Público Federal, o dinheiro tinha origem em contratos superfaturados da Petrobras. Desde então, a cobertura da grande mídia sobre o assunto ganhou destaque, principalmente porque Gleisi se tornou presidenta nacional do PT.

Enquanto o processo percorreu todas as suas fases no Judiciário, a imprensa em sua campanha de criminalização da política – principalmente contra lideranças do campo progressista – instaurou um processo inquisitorial e transformou as delações em provas absolutas de culpa, dando aos delatores uma credibilidade que esconde os interesses por trás de suas afirmações.


Durante todo esse período, a grande mídia não cumpriu o seu dever constitucional como veículo de comunicação que é o de informar, com a devida apuração e conteúdo sério, tanto é que a possibilidade do resultado apresentado pelo Supremo sequer foi cogitada. E por isso, não apresentou as contradições das delações e nem colocou em dúvida os depoimentos dos delatores, tratando a denúncia do MP como um conjunto de “provas robustas” contra a senadora.

"A verdade sempre vencerá", diz Lula em carta a Gleisi

Leia a íntegra da carta de Lula à senadora e presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann

lula.com.br - Publicado em 20/06/2018

Foto: Ricardo Stuckert
"Querida companheira Gleisi Hoffmann,
Recebi com muita alegria a notícia de que o STF, por unanimidade, declarou você e o companheiro Paulo Bernardo inocentes, perante as falsas acusações da Lava Jato e da Procuradoria Geral da República.
As mentiras dos delatores e dos procuradores eram tão evidentes que não havia outra decisão possível, apesar da imensa pressão da Rede Globo para condená-la.
Foram quase quatro anos de notícias falsas e parciais. Nunca levaram em conta os argumentos da defesa nem as contradições entre os depoimentos dos delatores, que mudavam de versão cada vez que suas mentiras eram derrubadas pelos fatos e pela investigação.

Gonzaguinha - Ensaio Tv Cultura


Repudio diplomático por el irrespeto de hinchas latinoamericanos a las aficionadas en el Mundial

RT - 20 jun 2018 01:35 GMT
Repudio diplomático por el irrespeto de hinchas latinoamericanos a las aficionadas en el Mundial
Darren Staples / Reuters
Fanáticos de países como Colombia, Brasil y Perú se han aprovechado de las barreras idiomáticas para someter a varias inadvertidas aficionadas a repetir mensajes denigrantes.
Un aficionado colombiano se acerca a dos japonesas y les pide que repitan palabras denigrantes en español. Otro hincha peruano hace lo mismo con una joven rusa, y esta broma es repetida incluso por grupos enteros de fanáticos de México y Brasil en las calles de Rusia durante el Mundial.
Este escenario ha causado indignación en redes sociales y ha sido condenado tanto por personalidades del deporte y la farándula como por los mismos Gobiernos de varios de esos países, que rechazan tal comportamiento y aseguran que no representa los valores de sus hinchadas.

Tijolaço: Gleisi é inocente. E quem paga pelo que se fez a ela?

POR  · 19/06/2018


inocente
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Minutos atrás, como se antecipava no post anterior, o voto de Ricardo Lewandowski consumou o julgamento da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.
Foi absolvida, por unanimidade, das acusações de corrupção e de lavagem de dinheiro, embora Edson Fachin, acompanhado por Celso de Mello, tenha tentado fazer um arranjo para incriminá-la por “caixa-dois” eleitoral.
E, por isso, a mídia vá dizer que ela foi absolvida por 3 a 2, quando todos os 5 ministros reconheceram (dois a contragosto) que não havia nenhum dos dos crimes que lhe foram imputados.
Infelizmente, não se pode chamar a isso uma vitória da Justiça.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Juca Kfouri: Entre Vistas – Leci Brandão

Rede TVT  - 19/06/2018


STF ABSOLVE A SENADORA DO PT GLEISI HOFFMAN

Divulgação
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O relator, Edson Fachin, e os ministros Celso de Mello e Dias Toffoli votaram pela absolvição da senadora Gleisi Hoffman e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, em julgamento no Supremo Tribunal Federal; para o relator, está provado o efetivo recebimento de valores no interesse da campanha de Gleisi, porém tal recebimento não configura o crime de corrupção passiva descrito na denúncia, mas sim o delito por caixa 2; ainda faltam os votos de Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes, mas já há maioria pela absolvição

Ladislau Dowbor: "O Bolsa Banqueiro custa 400 bilhões de reais" ao povo brasileiro

Publicado em 19 de jun de 2018


Prisão de Lula está prejudicando economia. Por Eduardo Guimarães

Publicado em 19 de jun de 2018



Irritado, Ciro Gomes abandona congresso da AMM


Apolo da Silva: Barraco no STF

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Por Apolo da Silva - no site Os Divergentes - junho 19, 2018, 12:40

Do jeito que vai, os ministros do STF não terão mais o respeito de ninguém. Nem podemos criticar quem os ataca. Por que devemos dar para aquele tribunal um tratamento que nem seus próprios ministros lhe oferecem? Por que considerar e tratar bem seus ministros, se eles mesmos se destratam? O Supremo virou uma arena de embate pessoal. Estamos diante de um coliseu ou de um ringue de MMA.

Derrotado na votação do julgamento da condução coercitiva, o ministro Barroso, despeitado diz que se trata de “uma nota de pé de página” e acrescenta: “não acho essa mudança relevante”. Mas se não tem importância, como pode se justificar a afirmação seguinte: “foi mais uma manifestação simbólica daqueles que são contra o aprofundamento das investigações”.