sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Empresariado brasileiro pediria a Moro para prender o Barão de Mauá

POR  · 20/10/2017


maua
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O que é tranquilizador no processo de retrocesso que vive o nosso país e que não me faz torcer para que o colesterol e a diabetes completem rápido o seu trabalho é algo que só a serenidade do tempo acaba por nos trazer: a compreensão que a história não é uma conveniência individual, mas um processo a que nos entregamos diariamente a construir mas que escapa, tantas vezes, ao nosso esforço e capacidade.
O Chico cantou-o tão bem em sua “Roda Viva”: a gente vai contra a corrente/ até não poder resistir, na volta do barco é que sente/o quanto deixou de cumprir.
A história porém, é uma corrente que, se dá voltas, tem um destino inexorável, ainda que reterdado no tempo, como os meandros fazem a um rio.
A nota da Confederação Nacional da Indústria apoiando o fim da repressão ao trabalho escravo é, para quem viveu, durante décadas, a tentativa de defender o empresariado brasileiro, uma destas sensações do que deixamos de cumprir.
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