quarta-feira, 9 de agosto de 2017

MTST protesta na residência de deputados que votaram para salvar Temer

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Movimento faz ato na casa ou escritório político de sete deputados federais por São Paulo que, semana passada, livraram o presidente da acusação da PGR. Todos tiveram emendas liberadas antes de votar

por Redação RBA - publicado 09/08/2017

MTST
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Manifestantes foram até a residência do deputado federal Beto Mansur, em Santos
São Paulo – O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) realiza, na tarde desta quarta-feira (9), manifestações diante da residência ou escritório político de sete deputados federais de São Paulo que votaram, na semana passada, a favor do presidente Michel Temer, impedindo sua investigação e o afastamento do cargo. O MTST acusa os deputados Paulo Maluf (PP), Celso Russomanno (PRB), Eli Correa Filho (DEM), Antonio Goulart (PSD), Milton Monti (PR), Antonio Bulhões (PRB) e Beto Mansur (PRB) de ter vendido seus votos em troca da liberação de emendas parlamentares.
“Para salvar seu pescoço e arquivar a investigação por corrupção, Temer liberou R$ 4,1 bilhões em emendas parlamentares. Uma compra de votos no atacado diante de todo o país. Com esse valor era possível construir cerca de 43.200 moradias populares, mais do que a previsão para o orçamento deste ano no Brasil inteiro”, afirma o MTST.

Segundo o movimento, o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, na Faixa 1, foi reativado após mobilizações dos sem-teto, mas ainda nenhuma contratação foi feita em 2017. De acordo com o governo Temer, a razão é a falta de recursos. 

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