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Canibalismo de galáxias

NASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and A. Evans (University of Vi
O fenômeno de canibalismo se revelou existir não só entre seres vivos, mas também no espaço. A vizinha da nossa Via Láctea, a galáxia Andromeda, está agora absorvendo suas vizinhas mais pequenas. Dentro deste “predador” já existem mais de 10 vizinhas que foram comidas. Este tipo de interação de galáxias não é o único, habitualmente as galáxias simplesmente chocam. Analisando mais de 20 mil delas, os cientistas chegaram à conclusão que todas as galáxias já se tinham encontrado umas com as outras.
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Quasares

X-ray: NASA/CXC/Univ of Michigan/R.C.Reis et al; Optical: NASA/STScI
Estes objetos são uma espécie de faróis resplandecentes que brilham de todos os cantos do Universo e evidenciam o período de nascimento do Espaço. A energia irradiada pelos quasares é mais de cem vezes superior à de centenas de galáxias. Os cientistas apresentam uma teoria que estes objetos são enormes buracos negros nos centros de galáxias afastadas da nossa. Segundo outra teoria, eles são galáxias em nascimento dentro das quais existe um enorme buraco negro que traga a matéria circundante.
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Matéria escura

NASA/JPL-Caltech
Os especialistas nunca conseguiram observar esta matéria, mas em teoria eles provaram que ela existe. Há várias hipóteses sobre em que forma esta matéria existe – ela pode ser composta por neutrinos (partículas subatômicas sem carga elétrica) ou mesmo por buracos negros invisíveis. A teoria sobre a existência de matéria escura surgiu por causa de existência de anomalias gravitacionais – a massa de vários objetos no espaço não corresponde ao efeito gravitacional deles. Mas há cientistas que negam a existência desta matéria, eles pensam que no futuro a humanidade encontrará outra explicação para este fenômeno.
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Energia do vácuo

NASA, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA), and A. Aloisi (STScI/ESA)
Cientistas descobriram que o vácuo no espaço não é realmente o vazio. A física quântica afirma que o espaço entre estrelas está preenchido por partículas subatômicas virtuais que se estão sempre destruindo e se formando de novo. São elas que preenchem todo o espaço com energia antigravitacional obrigando o espaço a se mover. Para onde e para quê – é um grande enigma. O laureado com o prêmio Nobel Richard Feynman pensa que o vácuo tem um enorme potencial energético, mas a humanidade hoje apenas é capaz de receber energia da matéria, não do vácuo.
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Ondas gravitacionais

NASA/JPL-Caltech
Esta noção pressupõe as deformações do contínuo espaço-tempo, é um fenômeno que foi predito por Einstein na sua Teoria da ‎Relatividade. As ondas gravitacionais se movem à velocidade de luz e são muito difíceis de detectar. Nós podemos detectar apenas as ondas que surgem como resultado de alterações globais no espaço como, por exemplo, uma fusão de buracos negros. Apenas é possível detectar estas ondas usando observatórios astronômicos especiais como LISA ou LIGO.
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Miniburacos negros

NASA/ESA/STScI
Alguns cientistas têm questionado a teoria da Grande Expansão, de acordo com suas suposições todo o nosso Universo está cheio de miniburacos negros, cada um dos quais não excede o tamanho de um átomo. Esta teoria do físico Stephen Hawking apareceu em 1971. Os estudos desse fenômeno deverão prosseguir usando o Grande Colisor de Hádrons. Até agora, mesmo testar experimentalmente a existência destes miniburacos negros será extremamente difícil, hoje estes objetos existem em fórmulas complexas e nas mentes dos cientistas.
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Neutrino

X-ray: NASA/CXC/SAO; Optical: Detlef Hartmann; Infrared: NASA/JPL-Caltech
Assim são chamadas as partículas elementares com carga elétrica neutral, que quase não têm peso. Eles praticamente não interagem com a matéria circundante – eles atravessam todos os objetos. Sem consequências visíveis, 1014 neutrinos atravessam cada segundo o nosso corpo.
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Exoplaneta

NASA/JPL-Caltech
É interessante que antes do início dos anos 90 a humanidade pensava que não existiam outros planetas em sistemas planetários distintos do nosso. Em 2010, já tinham sido descobertos mais de 452 planetas em 385 sistemas. E agora os cientistas já revelam a descoberta da existência de atmosfera em planetas de tamanho semelhante ao da Terra.
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Radiação cósmica de fundo em micro-ondas

NASA/STScI/ESA/JPL-Caltech/McGill
Este fenômeno, na sigla inglesa CMB (Cosmic Microwave Background), foi descoberto nos anos 60 do século passado. Os cientistas consideram que isto pode ser um fenômeno residual da Grande Expansão e a existência desta radiação cósmica está servindo até hoje como a prova mais importante desta teoria (da Grande Expansão).
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Antimatéria

DCT/NRL
Na física de partículas e na química quântica, a antimatéria é composta de antipartículas da mesma maneira que a matéria normal é composta por partículas subatômicas. O conceito de antimatéria foi proposto pelo físico inglês Paulo Dirac em 1928. Com base na teoria, a comunidade científica passou a estudar o tema mais a fundo e descobriu uma potente fonte de energia, com 100% de aproveitamento. Hoje, o grande desafio é conseguir produzi-la em grande quantidade. Os cientistas já conseguiram criar o anti-hidrogênio, esta matéria é a mais cara no mundo – um grama dela custa por volta de $ 62,5 trilhões (R$ 195 trilhões).