sábado, 28 de janeiro de 2017

Eleição de Trump frustrou a missão Soros-Clintons

26/1/2017, Alex Christoforou, The Duran

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Bilionário, globalista dedicado a mudar regimes pelo mundo, George Soros foi apoiador gigante de Hillary Clinton durante todo o ciclo eleitoral de 2016 nos EUA.

A família Soros & Clintons é mantida coesa por uma mesma força motriz, orientada para pôr o mundo sob controle de uma super-elite, ao mesmo tempo em que remove obstáculos à total submissão de povos e nações, como identidade nacional, fronteiras nacionais, religião e valores familiares tradicionais.

Para Soros e os Clintons, se as massas subalternas não encontrarem qualquer valor com os quais se identificar, torna-se muito mais fácil controlá-las.

É o que explica o ódio que Soros e os Clintons sentem contra a Rússia e o presidente russo, Vladimir Putin.

Governada por um Putin desafiador, a Rússia não sucumbirá ao dogma neoliberal que exige a diluição dos recursos e das linhas de tradições nacionais. Mas a Rússia não cede na autoconsciência nacional, da própria história, cultura e valores de conservação.

Agora, a vitória de Trump pode ser o derradeiro prego no esquife do plano globalista dos Soros-Clintons

Com Trump já tendo descartado a Parceria Trans-Pacífico, o novo presidente dos EUA oficialmente matou o tratado comercial que George Soros tinha certeza de que um "governo Hillary Clinton" rapidamente sancionaria e converteria em lei... o que prepararia a trilha para uma superestrutura talhada em detalhes pela elite, a ser imposta sobre todos os estados-nação.

E muito simples explicar a fúria elitista neoliberal contra Trump. O homem simplesmente estragou tudo, toda uma Ordem "Soros-Clinton" Mundial que estava em construção.


O presidente Donald Trump chegou ao poder bem a tempo de impedir que o bilionário George Soros e Bill & Hillary Clinton conseguissem um acordo de livre comércio trans-Pacífico que foi mantido atentamente oculto para a opinião pública disse a Sputnik Mitch Feierstein,* gerente e analista financeiro de um hedge fund em Wall Street.
"George Soros e Clinton Inc. chegaram muito perto de declarar 'Missão Cumprida', no caso do projeto deles para estabelecer uma 'nova ordem mundial' absolutamente impenetrável" – disse Feierstein, financista e gerente de um hedge fund com 38 anos de experiência de trabalho nos mercados financeiros globais em New York, Tóquio e Londres.
Na 2ª-feira, Trump anunciou que cancelara a Parceria Trans-Pacífico de 12 países [ing. Trans-Pacific Partnership (TPP)] que seu predecessor, o presidente Barack Obama tentou completar ao longo de seus oito anos na Casa Branca.
"Por hora pelo menos, podem esquecer a Nova Ordem Mundial de Soros, porque chegou a Washington um novo xerife, Donald Trump, 45º presidente dos EUA, e prometeu drenar o pântano. A parceria TPP virou história. Será interessante ver, agora, quem aparecerá nu na maré baixa" – disse Feierstein.
O super sigiloso acordo de livre comércio que se conhece como TPP foi um dos piores acordos de comércio jamais concebidos pela cultura do pague-e-jogue, corrupta, de Washington, Feierstein continua.
"Como algum indivíduo racional ou país soberano poderia algum dia apoia um 'acordo comercial' secreto, transparência zero e redigido pelas próprias empresas multinacionais em linguagem 'de advogado', a mais absolutamente impenetrável?" – pergunta ele.
A parceria TPP foi deliberadamente concebida para garantir uma modalidade de "globalização" tal, que aquelas mesmas empresas que traçaram as "regras" conseguissem operar protegidas pela mais completa impunidade, ao mesmo tempo em que assaltavam a soberania dos países membros, e roubavam dos consumidores todos os direitos e proteções, explicou Feierstein.
"A parceria TPP seria a 'joia da coroa' de Obama, seu feito máximo depois de 35 anos de neoliberalismo fracassado mantido com dinheiro de oligarcas e para benefícios de oligarquias" – disse Feierstein.



* Feierstein é investidor, banqueiro e escritor britânico-norte-americano. Trabalhou como colunista do Daily Mail e atualmente assina colunas para The Independent e para o Huffington Post.
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