Tijolaço: O “mico” de Eduardo Cunha

micocunha

Perdão aos meus muitos amigos flamenguistas, mas o  “mico do dia” foi pago  foi pago no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, ontem à noite,  onde o Fla, depois de seis vitórias consecutivas, perdeu do Coritiba, que anda com as coxas bambas no Brasileirão.

Não pelo time rubro-negro, que vem fazendo uma campanha brilhante no returno do Campeonato.

Mas porque Eduardo Cunha, depois de ter tomado uma tunda no STF com o financiamento privado de campanhas eleitorais, resolveu fazer uma média postando fotos de sua ilustre presença no jogo no Facebook.


Resultado: a marquetagem saiu pela culatra e os flamenguistas, gozadores,  pediam a Cunha que fizesse como na emenda para aprovar a grana empresarial nas campanhas.

Mandasse começar de novo o jogo, até vencer.

Nada como estas coisas para expor ao ridículo figuras ridículas como o presidente da Câmara.

Aliás, vai ser interessante o recurso de Cid Gomes para a condenação que sofreu por ter dito que Eduardo Cunha era “acusado de achacador”.

O juiz deu a Cunha R$ 50 mil como indenização por danos morais.

E, daqui a dias, Eduardo Cunha terá aceita pelo STF a acusação da Procuradoria Geral da República como…achacador.

No Direito, vai ser um caso didático para explicar o que é a “exceção da verdade”.

Isto é, quando a acusação é verdadeira, existe incontestavelmente.

Cunha, se não bastassem as complicações em que está metido, arranja outras com seu espírito demagógico.

Já está “pendurado” com dois cartões amarelos.

O vermelho não demora até o ano que vem.

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